miércoles, 26 de septiembre de 2007

PORTUGAL (segunda entrega)

Do alto da duna via-se a tarde toda


como uma enorme flor transparente,


aberta e estendida até aos confins do horizonte.




[...] mas lembro-me de que eram palavras moduladas como um canto, palabras cuasi visíveis que ocupavam os espaços do ar com a sua forma, a sua densidade e o seu peso. Palavras brilhantes como as escamas de um peixe, palavras grandes e desertas como praias. E as suas palavras reunian os restos dispersos da alegria da terra. Ele os invocava, os mostrava, os nomeava: vento, frescura das águas, oiro de sol, silêncio e brilho das estrelas.


Sophia de Mello Breyner. CONTOS EXEMPLARES


3 comentarios:

Anónimo dijo...

Buenísimas las fotos, y me gusta especialmente en la que se te ve mirando al mar con ese efecto color y blanco y negro, muy buena sí señor.

H

Jose Miguel dijo...

Gracias, primo!
A ver cuando nos echamos unas tapillas por Graná y veo a tu campeón. El primer finde de Octubre estaré por ahí.
Hasta pronto

Anónimo dijo...

El 7 Boda
El 6 libre

Saludetes Granainos

H